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Traslucência nucal refere-se a uma coleção de líquido que se acumula debaixo da pele de TODOS os fetos. Estudos demonstraram que fetos portadores da sindrome de Down apresentam uma quantidade maior deste líquido entre 11 semanas e 14 semanas, muitas vezes normalizando após este período, portanto a necessidade da realização deste exame apenas neste intervalo. O valor considerado como normal situa-se abaixo de 2,5 mm.

- Outro marcador para rastreamento da síndrome de Down é a presença do osso nasal e utilizado em conjunto com a avaliação da translucência nucal. Fetos com síndrome de Down apresentam este osso muito atrofiado.

 Com o aumento da idade materna aumenta se a probabilidade de ter-se um filho com síndrome de Down, visto que os óvulos têm idade alguns meses a mais do que a idade da mãe (aproximadamente sete meses mais velhos do que a idade materna); os espermatozóides se renovam a cada dois meses. 

 

Perguntas frequentes:

1. O objetivo deste exame é detectar fetos com síndrome de Down?

- Diríamos que o objetivo, na realidade brasileira, é a de DESCARTAMOS ou VER REDUZIDA a probabilidade de síndrome de Down, visto que nossa sociedade não é, em grande maioria, a favor do aborto. Vemos mais como um exame que traz mais tranquilidade ao casal e à família ao constatar um exame normal.

 

2. Um exame normal da translucência descarta a possibilidade de síndrome de Down?

- Não, mas estudos indicam uma redução significativa da incidência da síndrome.

Exemplo: Uma mãe com idade de 30 anos e  exame de translucência normal tem uma chance de 1:415 (isto é, 01 bebê com síndrome de Down para cada 415 gravidezes).

 

3. Um exame anormal da translucência significa que o bebê tem síndrome de Down?

- Também não. Seguindo o exemplo acima, uma mãe de 30 anos, com exame de translucência anormal (>2,5 mm) tem chance de 1:09 (isto é, 01 bebê com síndrome de Down para cada 09 gravidezes). Veja que mesmo com a translucência alterada as chances do bebê ser normal é nove vezes maior.

 

4. Existem outros exames que também podem auxiliar no rastreamento da síndrome de Down?

Sim. Se houver alteração da translucência nucal podemos também acrescer o exame de doppler do ducto venoso, também executado por via ultrassonográfica. Existem outros procedimentos mais, porém invasivos (amniocentese e a cordocentese).

 

 

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